Serviço de Acolhimento Familiar de Uberlândia promove curso online para novas Famílias Acolhedoras



Ente os dias 22 e 30 de novembro a Organização da Sociedade Civil (OSC) Missão Sal da Terra, por meio de seu serviço de Família Acolhedora, promovera o curso para novas famílias acolhedoras a quem se interessar em participar. Dessa vez, acontecendo de forma online, os encontros acontecerão em cinco momentos distintos, no período da noite.


O serviço Família Acolhedora surgiu de uma parceria entre a Missão Sal da Terra com a Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho e Habitação e Poder Judiciário de Uberlândia. Com o objetivo de acolher e oferecer proteção integral as crianças e adolescentes quando necessitam serem afastados temporariamente de suas famílias de origem ou quando já não contam com a proteção e os cuidados, o programa garante e defende o direito à convivência familiar e comunitária, em cumprimento ao artigo 4º do Estatuto da Criança - ECA.


Segundo a coordenadora do Serviço de Acolhimento Familiar, Karina de Melo Garcia, as famílias que participam do programa estão ajudando a promover uma sociedade mais justa se propondo a acolher em sua casa crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por meio de medida protetiva em função de abandono ou cujas famílias ou responsáveis encontram se temporariamente impossibilitados de cumprir sua função de cuidado e proteção, até que seja viabilizado o retorno ao convívio com a família de origem ou na sua impossibilidade o encaminhamento para família substituta.


“Quando uma família acolhe uma criança e ou adolescente, além do papel de cuidado e proteção das famílias acolhedoras na vida das crianças separadas de suas famílias de origem, sua atuação será, também, um posicionamento ético e político ao praticar um importante princípio do Estatuto da criança e do adolescente e da Constituição que é o dever da sociedade de assegurar à criança e ao adolescente seus direitos básicos e protegê-los”.


Mas fazer o serviço “acontecer”, de fato não é tarefa simples, é preciso muito tempo e dedicação de todas as partes envolvidas. Segundo Karina, essa modalidade de acolhimento não é uma substituição de família, mas uma parceria e colaboração.


“É preciso um pessoal preparado para entender tudo pelo que aquelas crianças e adolescentes estão passando no momento. É entender que são famílias cuidando de famílias em uma nova lógica de afeto e apoio fundamentais para a construção de uma sociedade mais acolhedora e participativa”, finaliza a coordenadora.

Serviço:

Curso Online para Novas Famílias Acolhedoras

Data: 22, 23, 24, 29 e 30 de novembro

Horário: 19h às 21h

Local: Formação Online

Inscrição:(34) 3226-9317